Segundo a PM, foram abordadas 52 pessoas, entre adultos e adolescentes. Na região da Praça Raposo Tavares foram 27 abordagens - seis adultos e seis crianças e adolescentes foram encaminhados ao entro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) .
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Combate o tráfico de drogas em Maringá
Operação da Polícia Militar contra o
tráfico de drogas em Maringá. A ação contou com os
policiais acompanhados de conselheiros tutelares e da Guarda Municipal.
Segundo a PM, foram abordadas 52 pessoas, entre adultos e adolescentes. Na região da Praça Raposo Tavares foram 27 abordagens - seis adultos e seis crianças e adolescentes foram encaminhados ao entro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) .
Segundo a PM, foram abordadas 52 pessoas, entre adultos e adolescentes. Na região da Praça Raposo Tavares foram 27 abordagens - seis adultos e seis crianças e adolescentes foram encaminhados ao entro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) .
Multas: Histórias mirabolantes
Só 6% recorrem de multas e minoria escapa de pagar. Entre os que apresentaram defesa prévia para as autuações da Setran, só
5% tiveram recursos aceitos. Na tentativa de se livrar das multas,
motoristas abusam da criatividade
Em Maringá, muitos motoristas fazem de tudo para tentar escapar das multas, mas o número de recursos aceitos é extremamente pequeno se comparado à quantidade de infrações aplicadas pela Secretaria dos Transportes (Setran).
No processo, um motorista que se defende da multa aplicada por excesso velocidade dizendo que estaria sendo perseguido por uma motocicleta. Já uma motorista justifica a infração recebida por falar ao celular dizendo que os agentes a viram quando ela estava apenas coçando a orelha. Uma história meolhor do que a outra.
Texto: Murilo Gatti/O Diário do Norte do Paraná
Em Maringá, muitos motoristas fazem de tudo para tentar escapar das multas, mas o número de recursos aceitos é extremamente pequeno se comparado à quantidade de infrações aplicadas pela Secretaria dos Transportes (Setran).
No processo, um motorista que se defende da multa aplicada por excesso velocidade dizendo que estaria sendo perseguido por uma motocicleta. Já uma motorista justifica a infração recebida por falar ao celular dizendo que os agentes a viram quando ela estava apenas coçando a orelha. Uma história meolhor do que a outra.
Texto: Murilo Gatti/O Diário do Norte do Paraná
sábado, 1 de outubro de 2011
Culinária Educativa
Cozinhar pode ser uma arte, um dom, ou simplesmente encarada como a saída para matar a fome, entretanto para uma turma de Maringá, formada por alunos com deficiência mental ou intelectual, autismo e outros tipos transtorno de desenvolvimento, trata-se de uma atividade educativa.
Tânia Regina, professora e proprietária de uma escola especial de Maringá, explica que são os próprios alunos quem escolhem as receitas.
A culinária educativa estimula a concentração, o trabalho em equipe, o senso de organização, o controle motor e contribui para o aprendizado dos pesos, medidas e sistema monetário, uma vez que são os próprios alunos que compram os ingredientes.
Empresa entrega frutas diariamente no local de trabalho
Poucas pessoas têm o hábito de comer frutas diariamente no Brasil. Nem
tanto por gosto e sim pela falta de tempo, principalmente quem trabalha o
dia todo acaba preferindo esse tipo de alimento, que é muito mais
saudável e barato do que industrializados disponíveis nos mercados.
Já que a “desculpa” é falta de tempo, algumas empresas resolveram inovar. Agora, em vez de ir até o mercado ou em feiras em busca das frutas, é a fruta quem vai até a pessoa em seu próprio ambiente de trabalho. Essa é a proposta do “Amigos da Fruta”, serviço que prepara, limpa, descasca e entrega frutas selecionadas no local de trabalho da pessoa. Assim fica bem mais fácil comer bem!
Já que a “desculpa” é falta de tempo, algumas empresas resolveram inovar. Agora, em vez de ir até o mercado ou em feiras em busca das frutas, é a fruta quem vai até a pessoa em seu próprio ambiente de trabalho. Essa é a proposta do “Amigos da Fruta”, serviço que prepara, limpa, descasca e entrega frutas selecionadas no local de trabalho da pessoa. Assim fica bem mais fácil comer bem!
Falta de medicamento prejudica tratamento contra o Cancer
A falta do medicamento Interferon – usado no tratamento de câncer –
fez com que o aposentado Jordevino Gonçalves de Oliveira, 74 anos,
voltasse para a casa sem receber as injeções. Ele e mais dois pacientes
foram dispensados na segunda-feira pelo médico do Ambulatório de
Oncologia do Hospital Santa Rita, em Maringá, porque não havia mais
injeções no estoque.
O problema não é exclusivo de Maringá, já que a distribuição do remédio foi suspensa em todo o País por tempo indeterminado.
Dois laboratórios fabricam o medicamento. Um deles teve a licença para a fabricação vencida e não a renovou. O outro deixou de receber matéria-prima e por isso interrompeu a produção.
O problema não é exclusivo de Maringá, já que a distribuição do remédio foi suspensa em todo o País por tempo indeterminado.
Dois laboratórios fabricam o medicamento. Um deles teve a licença para a fabricação vencida e não a renovou. O outro deixou de receber matéria-prima e por isso interrompeu a produção.
Bolsa Família
Em Maringá, 328 famílias deixaram de receber o Bolsa Família em agosto.
Atualmente, 5442 famílias recebem o benefício repassado do governo
federal e no mesmo período do ano passado, o cadastro registrava 478
famílias a mais. O número de beneficiados oscila mensalmente, por
diferentes motivos.
A família da cabeleireira Rita de Cássia da Silva Goulart, 37 anos, recebeu o benefício por 5 anos, mas hoje não precisa mais da renda complementar. “Fiz um curso de cabeleireira e atendo na minha casa e também nas casas das clientes”, conta. Ela também tem uma filha que participou do programa Adolescente Aprendiz em instituição de ensino e depois foi contratada para trabalhar como professora de informática. “A renda da minha filha também ajuda nas despesas de casa”, diz.
Diferente da cabeleireira Rita de Cássia, a diarista Dagma Denize Walauer, 33, que tem três filhos, ainda recebe o benefício do Bolsa Família. Ela morava em Goiânia (MT) e veio para Maringá depois que se separou para morar com uma irmã. “Logo que eu cheguei as crianças não estavam matriculadas na creche e eu não tinha como trabalhar. Minha única renda era uma pensão de R$ 250, da minha filha mais nova”, conta.
A diarista recebe o benefício há 4 anos e hoje as crianças estão matriculadas na creche e na escola. Recentemente, Dagma foi aprovada em um concurso da prefeitura e espera não precisar mais do benefício assim que começar a trabalhar. Ela cuida de dois canteiros de uma horta comunitária e além de colher verduras para a família, também vende. “Sempre estou fazendo alguma coisa. Procuro fazer de tudo um pouco.”
A família da cabeleireira Rita de Cássia da Silva Goulart, 37 anos, recebeu o benefício por 5 anos, mas hoje não precisa mais da renda complementar. “Fiz um curso de cabeleireira e atendo na minha casa e também nas casas das clientes”, conta. Ela também tem uma filha que participou do programa Adolescente Aprendiz em instituição de ensino e depois foi contratada para trabalhar como professora de informática. “A renda da minha filha também ajuda nas despesas de casa”, diz.
Diferente da cabeleireira Rita de Cássia, a diarista Dagma Denize Walauer, 33, que tem três filhos, ainda recebe o benefício do Bolsa Família. Ela morava em Goiânia (MT) e veio para Maringá depois que se separou para morar com uma irmã. “Logo que eu cheguei as crianças não estavam matriculadas na creche e eu não tinha como trabalhar. Minha única renda era uma pensão de R$ 250, da minha filha mais nova”, conta.
A diarista recebe o benefício há 4 anos e hoje as crianças estão matriculadas na creche e na escola. Recentemente, Dagma foi aprovada em um concurso da prefeitura e espera não precisar mais do benefício assim que começar a trabalhar. Ela cuida de dois canteiros de uma horta comunitária e além de colher verduras para a família, também vende. “Sempre estou fazendo alguma coisa. Procuro fazer de tudo um pouco.”
Entra de casa para idosa
A aposentada Aparecida Rafael Pereira, de 66 anos, está feliz da vida
com a casa nova. Ela estava na fila de espera da unidade há alguns anos e
finalmente conseguiu a moradia tão esperada. Ela recebeu as chaves de
uma unidade da Casa Lar Morada do Sol, entregue pela Secretaria
Municipal de Assistência Social (Sasc). O local abriga oito casas para
idosos com vida funcional independente e que necessitam de um lugar para
morar.
Até então, dona Aparecida morava em um pensionato no centro da cidade. Pagava R$ 360 por mês de aluguel, sendo que conta apenas com R$ 500 (o que lhe sobra de aposentadoria - já que o pagamento de um empréstimo consignado toma outra parte do direito). Ela é viúva e não tem filhos. Também não tem contato com os parentes mais próximos como irmãos. “Nem acredito que vou ter minha casa. Parece que estou sonhando”, comemora.
Até então, dona Aparecida morava em um pensionato no centro da cidade. Pagava R$ 360 por mês de aluguel, sendo que conta apenas com R$ 500 (o que lhe sobra de aposentadoria - já que o pagamento de um empréstimo consignado toma outra parte do direito). Ela é viúva e não tem filhos. Também não tem contato com os parentes mais próximos como irmãos. “Nem acredito que vou ter minha casa. Parece que estou sonhando”, comemora.
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