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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Capas de jornais com a repercussão da Morte de Santiago

O mundo jornalístico está em luto pela morte do cinegrafista da tv Bandeirantes, Santiago Andrade. Foi uma morte anunciada. Desde os protestos em junho de 2013, conflitos entre Pm e manifestantes, grupos radicais ou bandidos, assim cabe melhor tem se infiltrado em meio a pessoas de bem.

Toda profissão tem seus riscos e o jornalista não é diferente. Sempre estará no olho do furacão para trazer a melhor imagem, a informação mais correta. O que não pode acontecer é manifestações pacíficas virarem praças de guerra. Tem famílias no meio de tudo isso. Infelizmente este fato deixa todos tristes e a mesmo tempo preocupados. Saímos para trabalhar e não sabemos se voltaremos para nossos lares.

Veja algumas capas de hoje (11) no Brasil.

Suspeito Caio Silva de Souza/Divulgação/Polícia Civil

 









 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

O Brasil está sem cor. Mas isto está mudando


Maringaenses aderem a onda de protesto e levou mais de dez mil pessoas às ruas, ontem (18). Foram quase cinco horas e meia de manifestação pacífica por ruas e avenidas da cidade, apenas com incidentes isolados.

Um grupo de manifestantes tentou incendiar dois ônibus que estavam do lado de fora do terminal ateando fogo em um monte de lixo que foi jogado sob os veículos. Rapidamente outros manifestantes usaram extintores para apagar as chamas antes que os ônibus fossem danificados.

Maringá provou que também é forte e pode lutar junto com o "mundo" por um país melhor. A luta deve continuar sem partido político. Isso que deve acontecer. Violência leva à violência. 


























terça-feira, 20 de março de 2012

Vandalismo no campus gera revolta

Estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM) reclamam de atos de vandalismo no câmpus da instituição. Pichações estão em paredes de vários blocos e é comum escutar relatos sobre o consumo de drogas.

Os estudantes Isabella Dainez, Henrique Teixeira e Marina Gomes apontam algumas pichações no bloco G-34. Em pelo menos duas paredes do prédio há frases de protesto. “Acho que é como eles justificam as pichações: como uma forma de protesto. Mas não acredito que é válido. Se reclamam que a universidade está com falta de verba, para que danificar mais ainda o patrimônio?”, reclama Teixeira.

Segundo um comerciante instalado no câmpus, o uso de drogas acontece na frente de todos. Outros estudantes e até vigias confirmam que o consumo se dá em qualquer hora do dia, nas quadras esportivas e até mesmo nas cantinas. A presença da polícia na UEM, que poderia, em teoria, amenizar o problema, só pode ser autorizada por ato executivo do Conselho Universitário (COU).

O prefeito do câmpus, Igor Valques, reconhece a dificuldade do trabalho dos vigias, que estariam sobrecarregados por causa da falta de efetivo. O projeto de instalar câmeras no câmpus continua no papel. “Não temos verba. Queríamos ter instalado ano passado, mas dependemos do governo.”

Na semana passada a UEM informou que foi aberta uma sindicância para apurar os responsáveis por danos ao patrimônio público e o impedimento do acesso ao câmpus ocorrido durante paralisação dos servidores, no dia 14. Após apurar as ocorrências, deve ser aberto “processo administrativo contra os responsáveis por estes atos, com as respectivas aplicações de sanção aos infratores”.

Texto: Poliana Lisboa/O Diário do Norte do Paraná









segunda-feira, 18 de julho de 2011

O dilema do Jardim Atenas em Maringá

Cerca de 42 famílias invariam a a mais de um ano casas populares ainda em fase de construção. A justiça autorizou a prefeitura a reintegrar a posse das casas invadidas, porém vários protestos por parte dos moradores em tentativa de prorrogar o prazo para desocupação ou que seja tomada uma solução favorável para as famílias. O Juiz da 6ª Vara Cívil de Maringá, Dr Belchior Soares da Silva, suspendeu a reintegração por tempo indeterminado. O que chama atenção é a quantidade de crianças expostas nessa queda de braço entre prefeitura e moradores. As moradias são precárias e se quer possui luz elétrica e água encanada.

Algumas fotos mostram protestos no Fórum de Maringá e em frente a Sanepar.