A Polícia Civil de Sarandi, na região metropolitana de Maringá, divulgou
na tarde desta segunda-feira (25) o retrato falado do suspeito de ter
estuprado e matado a menina Beatriz Silva Pacheco Gonçalves, de dez
anos.
terça-feira, 26 de junho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
JANELA DE FATOS
Para avião, não para carrinho
Aeroportos de várias cidades do País -inclusive de Maringá - sofrem com o tempo ruim e suspendem atividades por tempo indeterminado. São as consequências de se depender de tecnologia.
Por outro lado, não há chuva - ou sol, ou o que quer que seja - que pare a carriola do senhor da foto. O trabalho é constante, incessante, incansável. Sai da frente, poça d’água! Se quiser, pare você, chuva. (Alan Maschio)
Aeroportos de várias cidades do País -inclusive de Maringá - sofrem com o tempo ruim e suspendem atividades por tempo indeterminado. São as consequências de se depender de tecnologia.
Por outro lado, não há chuva - ou sol, ou o que quer que seja - que pare a carriola do senhor da foto. O trabalho é constante, incessante, incansável. Sai da frente, poça d’água! Se quiser, pare você, chuva. (Alan Maschio)
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
Miss Maringá
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JANELA DE FATOS
Detalhes de uma vida em cidade grande
Caminhar nas trilhas da cidade grande é assim: há sempre um risco, uma armadilha, um desafio à espera. Não há de se confiar em passos longos; cada via deve ser vencida passo a passo, com a confiança “desconfiada” de um mineirinho do sertão. Nada nos garante que uma pedrada não vai nos derrubar do nosso posto, a qualquer momento, nos impedindo de voltar para casa.
Caminhar nas trilhas da cidade grande é assim: há sempre um risco, uma armadilha, um desafio à espera. Não há de se confiar em passos longos; cada via deve ser vencida passo a passo, com a confiança “desconfiada” de um mineirinho do sertão. Nada nos garante que uma pedrada não vai nos derrubar do nosso posto, a qualquer momento, nos impedindo de voltar para casa.
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sexta-feira, 30 de março de 2012
JANELA DE FATOS
Bom negócio à vista
Sessão de classificados do quadro “Janela de Fatos”:
Vendo carro em péssimo estado, sem farois, janelas ou rodas. Não sei se é econômico, pois não tem motor há anos. Também não posso afirmar que é seguro, pois os cintos de segurança são bem velhos. Só posso garantir isenção de IPVA. Bom negócio, não é?
Sessão de classificados do quadro “Janela de Fatos”:
Vendo carro em péssimo estado, sem farois, janelas ou rodas. Não sei se é econômico, pois não tem motor há anos. Também não posso afirmar que é seguro, pois os cintos de segurança são bem velhos. Só posso garantir isenção de IPVA. Bom negócio, não é?
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quarta-feira, 28 de março de 2012
JANELA DE FATOS
Herbie está com fome
“Herbie está com fome!”, exclamou uma das primeiras pessoas a ver a foto acima. Depois do choque da imagem, contudo, não há como não simpatizar com a cena, composta por dois dos personagens mais carismáticos da história da humanidade: o Fusquinha, famoso pelo companheirismo, e a bicicleta, carregada pelo colega de profissão.
“Herbie está com fome!”, exclamou uma das primeiras pessoas a ver a foto acima. Depois do choque da imagem, contudo, não há como não simpatizar com a cena, composta por dois dos personagens mais carismáticos da história da humanidade: o Fusquinha, famoso pelo companheirismo, e a bicicleta, carregada pelo colega de profissão.
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terça-feira, 20 de março de 2012
Vandalismo no campus gera revolta
Estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM) reclamam de atos de vandalismo
no câmpus da instituição. Pichações estão em paredes de vários blocos e
é comum escutar relatos sobre o consumo de drogas.
Os estudantes Isabella Dainez, Henrique Teixeira e Marina Gomes apontam algumas pichações no bloco G-34. Em pelo menos duas paredes do prédio há frases de protesto. “Acho que é como eles justificam as pichações: como uma forma de protesto. Mas não acredito que é válido. Se reclamam que a universidade está com falta de verba, para que danificar mais ainda o patrimônio?”, reclama Teixeira.
Segundo um comerciante instalado no câmpus, o uso de drogas acontece na frente de todos. Outros estudantes e até vigias confirmam que o consumo se dá em qualquer hora do dia, nas quadras esportivas e até mesmo nas cantinas. A presença da polícia na UEM, que poderia, em teoria, amenizar o problema, só pode ser autorizada por ato executivo do Conselho Universitário (COU).
O prefeito do câmpus, Igor Valques, reconhece a dificuldade do trabalho dos vigias, que estariam sobrecarregados por causa da falta de efetivo. O projeto de instalar câmeras no câmpus continua no papel. “Não temos verba. Queríamos ter instalado ano passado, mas dependemos do governo.”
Na semana passada a UEM informou que foi aberta uma sindicância para apurar os responsáveis por danos ao patrimônio público e o impedimento do acesso ao câmpus ocorrido durante paralisação dos servidores, no dia 14. Após apurar as ocorrências, deve ser aberto “processo administrativo contra os responsáveis por estes atos, com as respectivas aplicações de sanção aos infratores”.
Texto: Poliana Lisboa/O Diário do Norte do Paraná
Os estudantes Isabella Dainez, Henrique Teixeira e Marina Gomes apontam algumas pichações no bloco G-34. Em pelo menos duas paredes do prédio há frases de protesto. “Acho que é como eles justificam as pichações: como uma forma de protesto. Mas não acredito que é válido. Se reclamam que a universidade está com falta de verba, para que danificar mais ainda o patrimônio?”, reclama Teixeira.
Segundo um comerciante instalado no câmpus, o uso de drogas acontece na frente de todos. Outros estudantes e até vigias confirmam que o consumo se dá em qualquer hora do dia, nas quadras esportivas e até mesmo nas cantinas. A presença da polícia na UEM, que poderia, em teoria, amenizar o problema, só pode ser autorizada por ato executivo do Conselho Universitário (COU).
O prefeito do câmpus, Igor Valques, reconhece a dificuldade do trabalho dos vigias, que estariam sobrecarregados por causa da falta de efetivo. O projeto de instalar câmeras no câmpus continua no papel. “Não temos verba. Queríamos ter instalado ano passado, mas dependemos do governo.”
Na semana passada a UEM informou que foi aberta uma sindicância para apurar os responsáveis por danos ao patrimônio público e o impedimento do acesso ao câmpus ocorrido durante paralisação dos servidores, no dia 14. Após apurar as ocorrências, deve ser aberto “processo administrativo contra os responsáveis por estes atos, com as respectivas aplicações de sanção aos infratores”.
Texto: Poliana Lisboa/O Diário do Norte do Paraná
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