quarta-feira, 29 de junho de 2011

Sofrimento no frio da madrugada


Em uma noite de muito frio, Eu e o repórter André Simões do Jornal O Diário cumprimos uma pauta diferente. Observamos como é a cidade de Maringá na noite mais fria do ano até agora, 1,4º C.

Logo de início observamos a avenida Brasil, reduto de prostitutas e travestis completamente vazia. Não tinha nenhuma alma viva no centro da cidade. Em um ponto de taxi na avenida Paraná, uma surpresa. O Taxista Roberto Iwata, lavando seu carro. Algo assustador para alguns e normal para ele. Continuamos andando e encontramos um sr dormindo próximo a um hospital coberto apenas por um tapete. Sensibilizados com a situação, procuramos a Assistência Social de Maringá, mas sem retorno. Conseguimos dois cobertores no albergue Santa Luíza de Marillac e fomos informados que havia uma vaga. Contactamos a polícia para o transporte em segurança e fomos atendidos em 10 minutos. Situação Resolvida, continuamos a ronda.

Encontramos um carrinho de lanche fechando as 2hrs da madrugada. Mais a frente um sr coletor de recicláveis que havia trabalhado em torno de 7 horas e estava indo para casa descansar. Exemplo para muitos marmanjos.

Fomos a Ceasa e Fazenda Experimental da UEM, localizado no distrito de Iguatemi. Por volta das 6hrs da manhã, passamos pelo Terminal Urbano de Maringá e muita gente se esquentando como podiam e podemos observar as janelas com ônibus com uma cobertura branca.

Mas o esperado aconteceu. A primeira geada na região do ano. Segundo a Cocamar, 35% das lavouras se perderam na região de Maringá.

A reportagem andou cerca de 9 horas pela cidade e apurando dezenas de situações e depoimentos. Podemos conferir algumas das centenas de imagens registradas e a reportagem completa no site do Jornal O Diário.













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